Imagine: How Creativity Works – Jonah Lehrer

ATENÇÃO: depois da publicação deste texto, erros graves foram encontrados no livro levando, inclusive, ao seu recolhimento pela editora. Leia mais sobre o caso aqui: Traído pela ambição.

A moderna literatura corporativa está repleta de livros sobre Inovação e Empreendedorismo, dois conceitos intimamente ligados por seus elementos fundamentais: Criação e Execução. Muito já se escreveu, também, sobre o segundo elemento, mas quase nada sobre o primeiro. O pouco que há, ainda assim, trata o tema de forma meio mágica, mitológica, transcendental.

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Não é este o caso de Imagine: How Creativity Works (Houghton Mifflin Harcourt, 2012), no qual Jonah Lehrer oferece uma visão um tanto científica sobre Criatividade. Ciências, aliás, é a praia de Lehrer*, um jornalista especializado em traduzir jargões acadêmicos para um formato adequado a nós, leigos.

O livro reúne algumas das mais recentes descobertas acerca do processo criativo, muitas das quais, aliás, contradizem o que até agora tínhamos como verdade. Para tanto, o autor divide o livro em duas partes: na primeira ele aborda aspectos individuais da criatividade, enquanto que a segunda é dedicada às criações coletivas.

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Analogias e Anomalias

Apesar de as pesquisas científicas serem conduzidas com grande rigor e método, vez ou outra algo foge ao controle no laboratório e o resultado é um desastre – ou uma inovação revolucionária.

Na Indústria Farmacêutica os casos mais célebres são a penicilina e o Viagra, mas outras drogas – como o lítio, por exemplo – também foram descobertos acidentalmente, assim como tratamentos inovadores – como a eletroconvulsoterapia.

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O absurdo paralisante

Dia desses o futebol americano universitário viu o que um quarterback criativo pode fazer. Na saída de bola ele simplesmente pegou a bola e saiu andando em direção ao gol, diante dos olhares atônitos dos adversários – e do seu próprio time – até disparar em direção ao touch down. Veja abaixo a inacreditável cena:

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