Curso de Influência & Persuasão

Imagine que você trabalhe com vendas, em um setor que tem uma demanda estável, mas a oferta pode variar de tempos em tempos, de acordo com alguns fatores ambientais – como o agronegócio, por exemplo. Por causa de alguma mudança inesperada no mercado, você percebe que a oferta do seu produto sofrerá uma grande restrição em um futuro próximo – digamos que uma estiagem provocará uma diminuição na oferta de carne.

Divulga I&P_01Você percebe, então, uma oportunidade para aumentar suas vendas e, de posse desta informação, resolve criar uma campanha especial para o seu setor de televendas. Você acrescenta uma pequena explicação sobre como a seca afetará o abastecimento de carne nas próximas semanas e sugere aos clientes que aumentem seus estoques para o período.

Tudo pronto, a campanha vai para o ar e os resultados mostram que sua estratégia estava absolutamente certa, porque as vendas aumentaram 24%! Feliz com o resultado, você e sua equipe comemoram.

Realmente, o resultado foi ótimo, parabéns! Mas se você conhecesse um pouquinho sobre os Princípios de Influência e Persuasão, o aumento nas suas vendas poderia ter sido TRÊS VEZES MAIOR. Clique aqui para saber como!

Curso de Negociação

Imagine que você esteja vendendo seu carro e queira R$ 40 mil por ele. Seu colega de trabalho disse que está interessado, mas fez uma contraoferta de R$ 35 mil, à vista. A compra do seu carro novo está praticamente certa mas, para fechá-la, você ainda precisa vender o seu – e, por isso, a oferta do seu colega parece cada vez mais atraente.

Curso de NegociaçãoVocês conversam novamente na hora do almoço, mas ele permanece irredutível: R$ 35 mil. No fim da tarde a concessionária onde seu carro novo está reservado liga avisando que a reserva expira naquele dia, caso o negócio não seja fechado.

Você sente a oportunidade escapando pelos seus dedos e decide conversar novamente com seu colega de trabalho para tentar, ao menos, trazer o valor oferecido mais para perto do pedido. Você bola uma estratégia e, com ela, vai conversar com seu amigo.

Depois de alguns minutos de conversa, ele oferece dividir a diferença entre o que está oferecendo e o que você está pedindo, isto é, R$ 37.500. Feliz da vida você aceita e acha que fez um ótimo negócio.

O que você não sabe é que deixou passar uma ótima oportunidade de aumentar o valor que recebeu- e o que você perdeu daria para pagar um ótimo curso de Negociação. E ainda sobraria dinheiro para encher o tanque.

Não acredita? Então clique aqui e descubra o que você deixou passar!

Imagine: How Creativity Works – Jonah Lehrer

ATENÇÃO: depois da publicação deste texto, erros graves foram encontrados no livro levando, inclusive, ao seu recolhimento pela editora. Leia mais sobre o caso aqui: Traído pela ambição.

A moderna literatura corporativa está repleta de livros sobre Inovação e Empreendedorismo, dois conceitos intimamente ligados por seus elementos fundamentais: Criação e Execução. Muito já se escreveu, também, sobre o segundo elemento, mas quase nada sobre o primeiro. O pouco que há, ainda assim, trata o tema de forma meio mágica, mitológica, transcendental.

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Não é este o caso de Imagine: How Creativity Works (Houghton Mifflin Harcourt, 2012), no qual Jonah Lehrer oferece uma visão um tanto científica sobre Criatividade. Ciências, aliás, é a praia de Lehrer*, um jornalista especializado em traduzir jargões acadêmicos para um formato adequado a nós, leigos.

O livro reúne algumas das mais recentes descobertas acerca do processo criativo, muitas das quais, aliás, contradizem o que até agora tínhamos como verdade. Para tanto, o autor divide o livro em duas partes: na primeira ele aborda aspectos individuais da criatividade, enquanto que a segunda é dedicada às criações coletivas.

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A disrupção da Apple

Quem veio ler esse texto esperando mais uma apologia à empresa criada por Steve Jobs enganou-se redondamente. O que você lerá nos próximos parágrafos é exatamente o oposto: a Apple provando do seu próprio remédio.

Nos seus primórdios, a Apple entendeu como ninguém o princípio da Inovação Disruptiva, tal como postulado por seu criador, Clayton Christensen:

– A maioria das empresas apenas melhora os produtos que já têm, aumentando um pouco a performance, assim como o preço. É a Inovação Incremental;

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Pequenas vitórias, grandes mensagens

Todos nós temos acompanhado os acontecimentos recentes no Rio de Janeiro, torcendo pela vitória da polícia contra os traficantes de drogas. A cidade vive um momento único em sua história, talvez na melhor chance até hoje de derrotar um problema endêmico.

Desde a semana passada, a ofensiva vem conseguido êxito em suas iniciativas acumulando, deste modo, pequenas porém significativas vitórias.

Como explica John Kotter, em The Heart of Change, essas vitórias de curto prazo "alimentam a fé no esforço de mudança, recompensam emocionalmente os que trabalham duro, mantêm os críticos longe e criam ímpeto1".

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O absurdo paralisante

Dia desses o futebol americano universitário viu o que um quarterback criativo pode fazer. Na saída de bola ele simplesmente pegou a bola e saiu andando em direção ao gol, diante dos olhares atônitos dos adversários – e do seu próprio time – até disparar em direção ao touch down. Veja abaixo a inacreditável cena:

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A urgência da urgência

Em tempos de crises, onde grandes mudanças precisam ser implementadas rapidamente, nada é mais urgente do que a própria urgência.

Alguns podem querer desenhar planos mirabolantes, outros ocupam-se em recrutar aliados de peso para sua empreitada. Mas sem o correto sentimento de que há pressa, muita pressa, a iniciativa corre o sério risco de ser inócua.

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