Curso de Negociação

Imagine que você esteja vendendo seu carro e queira R$ 40 mil por ele. Seu colega de trabalho disse que está interessado, mas fez uma contraoferta de R$ 35 mil, à vista. A compra do seu carro novo está praticamente certa mas, para fechá-la, você ainda precisa vender o seu – e, por isso, a oferta do seu colega parece cada vez mais atraente.

Curso de NegociaçãoVocês conversam novamente na hora do almoço, mas ele permanece irredutível: R$ 35 mil. No fim da tarde a concessionária onde seu carro novo está reservado liga avisando que a reserva expira naquele dia, caso o negócio não seja fechado.

Você sente a oportunidade escapando pelos seus dedos e decide conversar novamente com seu colega de trabalho para tentar, ao menos, trazer o valor oferecido mais para perto do pedido. Você bola uma estratégia e, com ela, vai conversar com seu amigo.

Depois de alguns minutos de conversa, ele oferece dividir a diferença entre o que está oferecendo e o que você está pedindo, isto é, R$ 37.500. Feliz da vida você aceita e acha que fez um ótimo negócio.

O que você não sabe é que deixou passar uma ótima oportunidade de aumentar o valor que recebeu- e o que você perdeu daria para pagar um ótimo curso de Negociação. E ainda sobraria dinheiro para encher o tanque.

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Coincidência e Causalidade

Alguns dos mais importantes conceitos de Psicologia surgiram ainda na década de 1950, através dos estudos de B. F. Skinner, um dos mais influentes pensadores do século 20. Em suas pesquisas, Skinner criou engenhocas que registravam tudo aquilo que suas cobaias faziam – normalmente ratos ou pombos. De uma dessas caixas de Skinner, como ficaram conhecidas, surgiu a explicação para um curioso comportamento humano.

Desde os seus primórdios, o homem sempre tentou encontrar sentido para tudo o que acontecia ao seu redor. Buscava explicações, inclusive, para fenômenos naturais como a chuva, o nascimento de um bezerro, ou um apêndice inflamado.

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A disrupção da Apple

Quem veio ler esse texto esperando mais uma apologia à empresa criada por Steve Jobs enganou-se redondamente. O que você lerá nos próximos parágrafos é exatamente o oposto: a Apple provando do seu próprio remédio.

Nos seus primórdios, a Apple entendeu como ninguém o princípio da Inovação Disruptiva, tal como postulado por seu criador, Clayton Christensen:

– A maioria das empresas apenas melhora os produtos que já têm, aumentando um pouco a performance, assim como o preço. É a Inovação Incremental;

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Se você acha que errar é bom, precisa acertar mais

Muita gente gosta de dizer que errar é bom, que tem seu lado positivo e que é errando que se acerta. Quem pensa assim, está precisando acertar um pouco mais.

Errar não é bom e ninguém gosta. Ninguém prefere errar a acertar. Errar só tem o seu lado positivo se você conseguir aprender com o seu erro – e isso é bem diferente do erro propriamente dito, pois você também pode aprender acertando, ou até mesmo aprender antes de tentar. E não é errando que se acerta; é acertando que se acerta.

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O efeito Lúcifer

Alguma vez você já teve a sensação de ter feito algo ruim, mas que aquilo não tinha a ver com você? Uma explosão de raiva, algo impensado que possa deliberadamente ter prejudicado outrem, ou outra atitude extrema que normalmente não teria? Pois você pode ter agido sob influência do efeito Lúcifer.

O termo tem origem no famoso estudo do Presídio de Stanford, realizado quatro décadas atrás pelo psicólogo americano Philip Zimbardo, na Universidade de mesmo nome. Na ocasião Zimbardo foi responsável por uma experiência que ficaria célebre por seu dramático desfecho.

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