Durma!

Em Outliers, Malcolm Gladwell explica a teoria das 10.000 horas de Anders Ericsson, segundo a qual a pessoa se torna fora-de-série naquilo que faz depois de praticar sua arte durante este longo período de tempo. O estudo de Ericsson baseou-se no perfil de violinistas, identificando os verdadeiramente diferenciados entre os que ensaiavam exaustivamente.

Mas uma faceta menos badalada entre os top performers era que eles dormiam mais do que os outros – entre 8,5 e 9,0 horas por noite, além de meia hora de sesta durante o dia. É fácil imaginar por que este detalhe raramente vem à tona quando se discute a genialidade: muitos associam horas extra de sono à preguiça e acham que quem dorme menos trabalha mais. Trata-se, mais uma vez, da velha confusão entre quantidade e qualidade.

Continue lendo “Durma!”